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terça-feira, 10 de março de 2009

Timor-Leste - Mudanças na segurança de Ramos-Horta

A GNR vai deixar de garantir a segurança dentro da residência do Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, revelaram esta terça-feira fontes da Presidência da República e da Polícia das Nações Unidas (Unpol) em Dilí. Esta função passará a ser da responsabilidade do Corpo de Segurança Pessoal e da Unidade de Intervenção Rápida da Polícia Nacional Timorense.
A alteração, que resultou da "vontade pessoal" do chefe de Estado de Timor-Leste, prevê que a GNR faça exclusivamente a vigilância no exterior da residência. A decisão foi tomada durante uma reunião realizada ao final da tarde de segunda-feira entre os vários responsáveis operacionais e institucionais envolvidos, revelou uma fonte policial internacional em Díli, assinalando que “não tem nada a ver” com o ataque perpetrado por um grupo de timorenses a elementos da GNR de Dilí, mas sim com o espaço da residência, "que é muito restrito".

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Portugal em alerta contra terrorismo


Nunca como hoje houve tantos procedimentos que permitem um combate mais estruturado ao terrorismo, tanto a nível europeu como em Portugal”. A frase é de Paulo Gomes, secretário-geral adjunto do Gabinete Coordenador de Segurança, o organismo que gere as ligações entre as forças de segurança portuguesas.O Gabinete tem assento na Unidade de Coordenação Antiterrorismo (UTAC), um organismo criado em 2003 para promover a partilha de informações entre as forças de segurança sobre ameaças contra o País.Uma ameaça que Paulo Gomes qualifica como reduzida, apesar de Portugal presidir actualmente à União Europeia: “O facto de o País nunca ter sido referido nas mensagens da al-Qaeda e outros grupos islamitas radicais é sinal de que o País não é um alvo prioritário. O que não quer dizer que não nos preparemos para todas as eventualidades. A UTAC congrega elementos da PJ, GNR, PSP, SEF, Serviços de Informação e Segurança (SIS) e Serviços de Informações Estratégicas de Defesa (SIED). As reuniões de partilha de informação – que incluem os dados enviados para Portugal por forças de segurança estrangeiras sobre movimentações de grupos terroristas – acontecem todas as semanas, uma regularidade que pode ser encurtada em caso de crise.Paulo Gomes explica como funciona a coordenação das forças de segurança quando se realizam acontecimentos de impacto internacional em solo português: “Sempre que existe um evento em Portugal que acarrete o risco de um eventual atentado, o SIS faz uma avaliação do nível de ameaça que esse acontecimento possa trazer para Portugal. É analisado não só o risco que o próprio evento acarreta como também o nível de ameaça para as personalidades que vão estar presentes.
Leia mais em:
Portugal em alerta contra terrorismo
In: Correio da Manha