quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Tropas turcas entram no Iraque

Militares turcos entraram na madrugada de ontem em território iraquiano para perseguir militantes curdos, na primeira incursão terrestre das forças turcas no norte do Iraque. A operação teve um âmbito limitado e durou menos de 24 horas, não havendo notícia de baixas.
Fonte militar turca anunciou que os soldados entraram em território iraquiano depois de terem detectado a presença de elementos do PKK, Partido dos Trabalhadores do Curdistão. “Dois grupos de militantes do PKK foram avistados junto à fronteira e concluímos que estavam a preparar ataques, razão pela qual um batalhão de soldados foi enviado a intervir”, afirmou um porta-voz das forças turcas.A operação, descrita como “de âmbito limitado”, durou menos de 24 horas e envolveu cerca de 300 militares turcos equipados com armas ligeiras. Segundo fonte iraquiana, a incursão ocorreu na região montanhosa de Seeda Kan, tendo os soldados avançado cerca de três quilómetros em território iraquiano antes de retirarem, ao princípio da tarde.A Turquia, recorde-se, tem mais de cem mil militares concentrados junto à fronteira com o norte do Iraque e ameaça levar a cabo uma operação terrestre em larga escala para eliminar as bases do PKK na região. Desde Outubro que forças turcas e curdas se têm envolvido em escaramuças na região fronteiriça e no passado domingo a aviação turca bombardeou pela primeira vez as bases da guerrilha em território iraquiano.
In:Correio da Manhã

domingo, 16 de dezembro de 2007

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DAS COMEMORAÇÕES DOS 200 ANOS DA GUERRA PENINSULAR

Em 12 de Dezembro de 2007, teve lugar na Academia Militar, Aquartelamento da Amadora a Apresentação Pública do Programa das Comemorações do Bicentenário da Guerra Peninsular, levadas a cabo pelo Exército, com um vasto conjunto de actividades, programadas até 2014.
Esta Cerimónia, foi presidida por S. Exa. o Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Luís Pinto Ramalho, tendo como objectivo evocar o empenhamento do Exército Português na salvaguarda da liberdade e da independência da Pátria durante o período da Guerra Peninsular, proporcionando uma profunda reflexão sobre esta temática, em vários domínios do conhecimento.
Do programa da Cerimónia, destacou-se a Alocução de Abertura pelo Presidente da Comissão Coordenadora do Exército, Tenente-General Ferreira e Costa, a Apresentação do Programa do Exército para as Comemorações, pelo Tenente-Coronel José Berger, a Comunicação do Coronel Américo Henriques subordinada ao tema “Nos 200 anos da Guerra Peninsular” e inauguração da Exposição subordinada ao tema “Portugal nas Vésperas das Invasões Francesas – Conhecimento Geográfico & Configurações”, a cargo da Prof. Dra. Maria Helena Dias.
In:Exército.pt

sábado, 15 de dezembro de 2007

Lançamento de Livro

Livro conta a história dos fuzilamentos na Guiné
Poderia a guerra na então Guiné Portuguesa ter tido outro desfecho e por consequência, a descolonização ter tomado um caminho menos dramático?
Houve um "complot" internacional para silenciar os fuzilamentos em massa, na ex-colónia, dos antigos Comandos Africanos do Exército Português que preferiram ficar no seu país?
Estas são apenas algumas das questões levantadas no último livro do Coronel na situação de Reforma Manuel Amaro Bernardo, "Guerra, Paz e Fuzilamento dos Guerreiros - Guiné 1970-1980", recentemente editado pela Prefácio.
In: Correio da Manhã

Rússia diz que confronto directo continua nos planos do Pentágono

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas russas, general Yuri Baluyevsky, afirmou neste sábado que o confronto directo com a Rússia continua na agenda do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
"O assunto do confronto com a Rússia, inclusive o confronto directo, não foi eliminado pelos meus colegas do Pentágono", disse o chefe militar russo, em entrevista colectiva, que também contou com a participação do vice-ministro de Assuntos Exteriores da Rússia, Serguei Kisliak.
Baluyevsky disse que uma das provas de que a postura americana é esta é o plano de implantar elementos do sistema de Defesa Nacional contra Mísseis (NMD) nos territórios da Polónia e da República Checa, informaram as agências russas.
O general destacou que é "inaceitável" a resposta de Washington às propostas de Moscovo de cooperar em um sistema anti mísseis alternativo.
Kisliak, que na quinta-feira se reuniu em Budapeste com o subsecretário de Estado americano para Segurança Internacional e Não-Proliferação, John Rood, qualificou de "decepcionantes" os resultados dos encontros.
Nas conversas, os EUA reiteraram sua posição de que seu escudo anti mísseis na Europa tem como único objectivo proteger seu território e de seus aliados de ataques com foguetes lançados a partir do Irão e da Coreia do Norte.
notícias relacionadas:
Rússia constrói submarino em segredo
EUA afirmam que instalarão escudo antimísseis
Putin compara disputa sobre escudo com crise de Cuba
In:Folha Online

Talibãs paquistaneses unem-se para lutar contra Exército e Nato

Os talibãs do noroeste do Paquistão anunciaram a formação de um comando central para enfrentar o Exército paquistanês as tropas da Nato no vizinho Afeganistão, informa hoje o jornal paquistanês "Dawn".
O novo movimento, o Tehrik Talibã-e-Paquistão (Movimento Talibã do Paquistão), é liderado pelo fundamentalista Baitula Mehsud. Ele reúne os talibãs das áreas tribais de administração federal (Fata, sigla em inglês) e da Província da Fronteira Noroeste.
O objectivo do novo movimento, lançado ontem numa reunião na província do Waziristão do Sul, é "unir aos talibãs contra as forças da Nato no Afeganistão e desenvolver uma 'jihad' defensiva contra as forças paquistanesas", disse o porta-voz de Mehsud, Maulvi Omar, ontem à noite, num comunicado.
Segundo Omar, as forças de segurança paquistanesas estão a bombardear instituições religiosas matando gente inocente.
Na reunião, os fundamentalistas manifestaram sua vontade de pedir ao Governo do Paquistão a suspensão das operações militares no vale de Swat, no norte do país, e no Waziristão do Norte, na região oeste, nos próximos dez dias. Se não forem atendidos, prometem desencadear uma onda de atentados suicidas contra as forças de segurança.
Esta manhã, um atentado contra as forças de segurança na Província da Fronteira Noroeste matou pelo menos seis pessoas.
Baizullah Mehsud tinha divulgado uma carta esta semana ameaçando com "conseqüências" os candidatos de várias zonas tribais sob controle fundamentalista se eles não retirarem suas candidaturas às eleições de 8 de Janeiro.
In:Folha Online

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Coronel do Exército libanês é morto em atentado em Beirute

Uma das quatro vítimas foi o diretor de operações militares.Polícia investiga para saber a autoria do ataque.
explosão de uma bomba no leste de Beirute matou pelo menos quatro pessoas nesta quarta-feira (12), entre elas o diretor de operações militares do Exército libanês, o coronel François al-Hajj.
Segundo um comunicado do Exército, Hajj era o alvo do atentado, ocorrido por volta das 7h20 locais no bairro de Baabda, próximo ao palácio presidencial.
A rede de televisão LBC informou que dois oficiais do Exército que viajavam com Hajj também morreram na explosão, que destruiu o veículo do coronel. Ainda não se sabe se a bomba foi detonado por alguém dentro do carro ou foi ativada por controle remoto.
Várias colunas de fumo eram vistas no ponto onde ocorreu a explosão, segundo as imagens divulgadas pela emissora. Soldados dos bombeiros e do Exército dirigiram-se ao local.
Um ex-comandante do Exército, citado pela LBC, definiu Hajj como um dos oficiais mais importantes das Forças Armadas. Ele desempenhou um papel essencial no desdobramento das tropas libanesas no sul do país, após o conflito de 2006 entre Israel e o Hizbolah.
Segundo alguns oficiais do Exército, Hajj era o principal candidato a suceder o comandante-em-chefe do Exército, Michel Sleiman, que pode ser o novo presidente do país.
O atentado coincide com uma estagnação política causada pela falta de acordo entre as facções libanesas para escolher o futuro presidente do país.
saiba mais
ONU confirma a morte de dez funcionários em atentados na Argélia
Brasil critica atentados na Argélia e Lula envia mensagem
Al-Qaeda reivindica atentados terroristas da Argélia
In:Globo online

Atentados na Argélia provocaram 72 mortes

Dois carros-bomba explodiram nesta terça-feira (11) em Argel. Ban Ki-moon, da ONU, considerou o ataque 'injustificável'.
Os atentados com carros-bomba desta terça-feira (11) em Argel deixaram 72 mortos, informou nesta quarta-feira o jornal argelino Al-Watan, que cita fontes médicas.
O último balanço oficial registra que os atentados deixaram 30 mortos, incluindo cinco estrangeiros, e 28 feridos. Uma das bombas atingiu a sede do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).
Os atentados foram reinvindicados pelo braço da al-Qaeda do Maghreb Islâmico (antigo GSPC), que integra a rede terrorista liderada por Osama Bin Laden.
Angústia e luto
Uma atmosfera de luto e angústia quanto ao reinício de uma nova onda de atentados tomou conta do país nesta quarta-feira.
Os ataques foram os mais graves cometidos contra instalações da ONU desde o atentado com um caminhão-bomba em agosto de 2003 contra a sede da organização em Bagdá, quando morreu o diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello, confirmou o chefe da Acnur na Argélia, Antonio Guterres. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, informou que pelo menos 11 funcionários da organização morreram no atentado de terça. Ele também deu instruções aos chefes de segurança da ONU e a vários conselheiros que viajassem a Argel para estudar a situação.
Primeiro ataque
O primeiro atentado de terça aconteceu em frente à sede do Conselho Constitucional e da Suprema Corte islâmica. Um terrorista suicida lançou o carro que dirigia, carregado de explosivos, contra o prédio.
O barulho do choque foi ouvido a dezenas de quilômetros de distância, e o impacto da explosão quebrou janelas e vitrines, provocando pânico nas ruas ao redor.
Segundo ataque
O segundo atentado, que ocorreu apenas dez minutos depois, foi realizado por um suicida em um veículo contra escritórios da Acnur e do Pnud situados no bairro de Hydra, bastante protegido, já que abriga residências diplomáticas e as novas sedes dos ministérios da Energia e das Finanças.
ONU
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, reforçou nesta quarta-feira (12), na ilha indonésia de Bali, a sua firme condenação aos "covardes" atentados terroristas de terça-feira (11) em Argel, que causaram dezenas de mortos, entre eles 11 empregados da organização internacional.
In:Globo online

sábado, 8 de dezembro de 2007

Afeganistão: o cerco fecha-se em torno dos talibãs entrincheirados em Musa Qala

As tropas da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), apoiadas pelo Exército afegão, apertaram o cerco neste sábado em Musa Qala para tentar retomar o controle da cidade, no distrito do sul do Afeganistão, que está sob o comando dos talibãs há dez meses.
Tropas terrestres foram enviadas aos arredores da cidade e a aviação realizou ataques durante a madrugada de sexta-feira para sábado, matando vários combatentes talibãs, segundo fontes oficiais e rebeldes.
Um comando rebelde entrincheirado em Musa Qala afirmou por telefone à AFP que 2.000 combatentes estavam no local em pé de guerra.
"Houve bombardeiros e 15 civis morreram, além de um pequeno número de talibãs", disse o responsável, afirmando se chamar Mullah Hafizullah. "Até agora, não teve cara a cara, mas estamos nos preparando e resistiremos", acrescentou.
O ministério afegão da Defesa indicou, em um comunicado, que vários talibças morreram e outros foram feridos, mas não citou número nem mencionou perdas civis.
Por sua vez, a coalizão internacional dirigida pelos Estados Unidos anunciou ter matado vários rebeldes sexta-feira após o lançamento de uma bomba guiada contra um edifício.
Musa Qala é a principal cidade do distrito de mesmo nome no norte da província de Helmand, a mais importante região produtora de ópio no Afeganistão, líder mundial absoluto no fornecimento da droga (92% da produção do planeta).

Leia mais em:
Afeganistão: o cerco fecha-se em torno dos talibãs entrincheirados em Musa Qala
Afeganistão: um soldado da Otan, duas crianças e 12 'terroristas' mortos
In:

Quatro residentes britânicos estão prestes a sair de Guantánamo

Quatro presos do campo americano de Guantánamo (Cuba) que residiam legalmente na Grã-Bretanha serão libertados em breve, revelou neste sábado seu advogado, confirmando informações da rede de televisão britânica BBC.
"Não há dúvida de que se chegou a um acordo, de que voltarão para casa. A questão é saber quando?", declarou o advogado Clive Stafford Smith.
"Ninguém os impede de voltar para casa amanhã, mas os americanos exigem muita papelada".
Segundo a BBC, serão libertados Jamil El Banna, Omar Deghayes, Abdennur Samuer e Shaker Aamer. Os três primeiros voltarão para a Grã-Bretanha, mas Aamer decidiu regressar à Arábia Saudita, seu país de origem.
In:

Moscovo não informará sobre Forças Armadas

Moscovo vai deixar de informar os restantes países participantes no Tratado sobre Forças Convencionais na Europa sobre o estado das Forças Armadas a partir de 15 de Dezembro, informou o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo.
O director do Departamento de Segurança e Desarmamento do MNE da Rússia, Anatoli Antonov, disse que este compromisso estava previsto no Tratado sobre Forças Convencionais na Europa, mas será suspenso devido à entrada em vigor da moratória do mesmo tratado, anunciada pelo Kremlin a partir de 12 de Dezembro.
"O Tratado sobre Forças Convencionais na Europa adaptado não vigora. O sistema de troca de informação não entrou em funcionamento. Por enquanto funciona o velho Tratado que foi elaborado entre a NATO e o Tratado de Varsóvia. Tem-se em vista a informação fixada pelos artigos do Tratado. A partir de 15 de Dezembro, não daremos mais informação nenhuma", anunciou Antonov.
A Rússia não aceita que as limitações nos flancos, previstos no Tratado, visem apenas o seu país, declarou.
"Imaginem se (o Presidente dos Estados Unidos) George W. Bush não pudesse deslocar as suas tropas da Califórnia para mais perto de Nova Iorque. Isso é ridículo", frisou o diplomata russo, acrescentando que os países do Báltico, Letónia, Lituânia e Estónia, bem como a Eslovénia, devem também ser participantes do Tratado adaptado sobre Forças Convencionais na Europa.

Leia mais em:
Moscovo não informará sobre Forças Armadas
In:TVNET

NATO fica no Kosovo mas violência já começou

Os ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO anunciaram ontem que a força de 16 mil homens presente no Kosovo, a Kfor, vai manter-se no terreno e travar qualquer tentativa de regresso à violência na província sérvia que, desde 1999, é administrada pelas Nações Unidas. No comunicado divulgado após o fim da reunião dos chefes da diplomacia dos 26 países da Aliança Atlântica lê-se: "A NATO responderá de forma determinada a toda a tentativa de ataque à segurança dos habitantes do Kosovo - sem distinção".
Esta é uma mensagem dirigida tanto aos grupos radicais albaneses como aos grupos radicais sérvios (alguns contestam a presença da NATO e da ONU na província). É também um recado para alguns políticos de Belgrado que, de vez em quando, pronunciam a palavra guerra, como foi o caso de um conselheiro do Governo sérvio, Aleksandar Simic, que na quinta-feira disse que Belgrado poderia não ter outra saída.
Há três anos, em Março de 2004, a Kfor não conseguiu evitar que 19 sérvios fossem mortos em confrontos com os albaneses. E todos temem que algum acontecimento venha incendiar o rastilho de tensão que existe neste momento no Kosovo por causa da definição do estatuto final.Os líderes albaneses que venceram as eleições de 17 de Novembro, alguns antigos combatentes do Exército de Libertação do Kosovo (UÇK), pretendem declarar a independência depois de segunda-feira, em coordenação com os EUA e a UE. A Rússia, aliada da Sérvia, contesta qualquer decisão à margem da ONU, tendo pedido um novo prolongamento das negociações entre sérvios e albaneses sobre o futuro da província.
No dia 10, justamente, a tróica de mediadores (EUA, UE e Rússia) apresenta na ONU o resultado do primeiro prolongamento de 120 dias. O assunto sobe depois ao Conselho de Segurança. Aí é necessária a unanimidade entre os cinco membros permanentes: EUA, Reino Unido, França, China, Rússia. Algo que muito dificilmente acontecerá.
A UE, por seu lado, tentará adoptar uma posição comum sobre o Kosovo na cimeira de dia 14, o que também será difícil, devido às reticências que Estados como Chipre, Roménia, Grécia ou Espanha têm em relação à independência sem aval da ONU. Os europeus devem substituir a missão das Nações Unidas no Kosovo, mas caso não haja nova resolução será muito complicado fazê-lo, pois a base seria a resolução 1244. E essa defende a integridade territorial, ou seja, admite a soberania da Sérvia.
Patrícia Viegas In: DN Online

CIA destruiu vídeos de interrogatórios

A Agência Central de Informação dos estados Unidos (CIA) destruiu gravações de vídeo de interrogatórios realizados em 2002 a dois alegados terroristas por receio de que a sua possível divulgação ponha em risco a vida e as famílias dos agentes envolvidos.
Segundo avança a cadeia de televisão norte-americana CNN, o director da CIA, Michael Hayden, dirigiu uma carta aos funcionários da agência na qual afirma que o Centro de Informações do Congresso dos EUA foi informado sobre as gravações em causa e sobre a intenção da CIA em destruir as mesmas.Hayden assegura, na mesma carta, que o gabinete de supervisão interno da CIA visionou as gravações em causa, em 2003, tendo considerado que as técnicas de interrogatório utilizadas foram legais.A CIA começou a gravar os interrogatórios a suspeitos no âmbito de um teste interno depois de o presidente norte-americano, George W. Bush, ter autorizado o recurso a métodos mais severos para conseguir informação de alegados terroristas.Por fim, o documento salienta que a CIA decidiu destruir as gravações, o que aconteceu em 2005, por não existir qualquer razão legal para manter os vídeos e porque o mesmo representavam um “risco de segurança” caso fossem divulgados publicamente, permitindo a identificação dos agentes que conduziram os interrogatórios, que ficariam expostos, assim como as suas famílias, a possíveis represálias da Al-Qaeda.

In:CorreiodaManhã

Atentado suicida no Iraque

Pelo menos 15 pessoas morreram esta sexta-feira vítimas de um atentado suicida levado a cabo contra a sede de uma milícia em luta contra a rede Al-Qaeda, na província de Diyala, centro-norte do país.
Segundo fontes da segurança iraquianas, ataque foi executado por uma mulher, durante a manhã, em Muqdadiyah, a 100 quilómetros a norte de Bagdad.Um responsável da polícia iraquiana em Baaquba, o comandante Mohammed al-Kharqi, referiu que pelo menos 15 pessoas morreram e outras 25 ficaram feridas.
In:CorreiodaManhã

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

DVD "COMANDOS" 2ª EDIÇÃO

O DVD "COMANDOS - Um contributo para a História", editado pela Associação de Comandos, superou as vendas, de modo que depois de ter esgotado, já se encontra disponível em 2ª Edição.
Visitem:

Guerra: Ataques no Iraque e Afeganistão

As visitas que o secretário da Defesa dos EUA fez ao Afeganistão e Iraque ficaram marcadas por novos atentados. Horas depois de Robert Gates ter saído da capital afegã, Cabul, um ataque suicida nos arredores da cidade causou pelo menos 16 mortos. Em Bagdad, pouco depois da sua chegada, um carro-bomba explodiu no bairro de Karrada, matando 14 pessoas.
“Seis membros do Exército Nacional afegão foram mortos bem como seis civis”, afirmou no local do atentado, a Oeste de Cabul, o general Mohammad Zahir Azimi, porta-voz do Ministério da Defesa. O atentado foi cometido contra um veículo militar de transporte – com o suicida a fazer detonar um carro-bomba ao chocar com um miniautocarro, onde seguiam soldados afegãos. O ataque teve lugar junto ao zoo de Cabul, numa movimentada rua do bairro de Chilstun, às primeiras horas da manhã, quando muitos afegãos se dirigiam para o trabalho. O atentado de ontem, recorde-se, foi o segundo desde a chegada de Robert Gates à região. Logo na segunda-feira, pelo menos 22 civis morreram devido à explosão de outro carro-bomba, conduzido por um suicida na estrada entre a capital e o aeroporto.Após uma reunião com o presidente afegão, Hamid Karzai, o chefe do Pentágono deslocou-se a Bagdad e, poucas horas depois da sua chegada, 14 pessoas morreram e 28 ficaram feridas com alguma gravidade na sequência de mais um ataque com um carro-bomba, que explodiu num bairro da capital iraquiana, junto à mesquita xiita Abdel Rasul Ali. Horas antes, num outro ataque em Baquba, capital da província de Diyala (Noroeste de Bagdad) pelo menos cinco pessoas morreram e 12 ficaram feridas.
In: Correio da Manha

A FLOR DO CAPIM, UMA OBRA DE JOSÉ CORREIA LINO.

Mais Uma grande obra a não perder de um camarada veterano da Guerrra Colonial "COMANDO"


Ficha Técnica:
Autor: José António Correia Lino
Capa e Contracapa: Sofia Correia Lino João Correia Lino
Agradecimentos: José Sá Nogueira Ferreira, que contribuiu com 2 textos. "O carreirinho de formigas"e "Também em Tete"e a alguns elementos da antiga 43a companhia de Comandos que muito gentilmente cederam fotos.
Paginação: Passos de Cor - Artes Gráficas e Design Gráfico, Lda.
Impressão e acabamento: ADFA - Tipografia Escola dos Deficientes das Forças
Armadas.
Data: Maio de 2005 Depósito Legal: 226437/05

Iraque: líder da Al-Qaeda ameaça com novos atentados em gravação de áudio

DUBAI (AFP) — O chefe da Al-Qaeda no Iraque anunciou em gravação de áudio novos atentados contra os "apóstatas", termo geralmente usado para designar as forças iraquianas de segurança, informou nesta terça-feira um centro americano especializado na vigilância on-line de sites islâmicos.
Abu Omar al Baghdadi, emir do grupo autoproclamado "Estado Islâmico no Iraque", afirmou que uma nova unidade de combate, as "Brigadas al Siddiq", foi criada para lutar contra todos "os apóstatas e os traidores", segundo o SITE Intelligence Group.
Al Baghdali também advertiu que uma campanha "terminará o 20º dia do mês de Muharram, no calendário muçulmano, que corresponde ao 29 de Janeiro de 2008", segundo o SITE.
"Este ataque implicará atentados a bomba contra os apóstatas e os membros do Conselho do Despertar", continuou Baghdadi, referindo-se aos movimentos sunitas que se uniram às forças iraquianas e americanas que combatem a Al Qaeda no Iraque, de acordo com o SITE, que não divulgou a gravação do discurso.
No vocabulário dos movimentos islâmicos, o término "apóstata" refere-se em geral às forças de segurança iraquianas.
É a primeira mensagem de Baghdadi desde que o chefe da Al Qaeda, Osama bin Laden, exortou os dirigentes da guerrilha iraquiana a unirem-se na luta contra as forças da coaligação no Iraque, numa mensagem de áudio divulgada no dia 22 de Outubro.

In:Passa-Palavra Jornal dos Comandos de Portugal

Chefe militar dos EUA no Iraque se diz satisfeito, mas não canta vitória

O comandante das forças americanas no Iraque, general David Petraeus, manifestou nesta quinta-feira satisfação diante dos progressos alcançados no Iraque em termos de segurança, mas afirmou que os militares ainda não devem cantar vitória.
"Ninguém de farda está dançando a dança da vitória", declarou o general Petraeus aos jornalistas que acompanhavam a colectiva do secretário americano da Defesa, Robert Gates, que fez uma visita surpresa ao Iraque na quarta-feira.
Gates, por sua vez, afirmou que a violência no Iraque havia caído a níveis sem precedentes desde a explosão de uma bomba em um santuário xiita na cidade de Samarra (centro), que desencadeou uma onda de enfrentamentos entre sunitas e xiitas há cerca de dois anos.
O secretário da Defesa disse que a redução da violência significava que "o objectivo de um Iraque seguro, estável e democrático está ao alcance de nossas mãos".
Nesta quinta-feira, Gates viajou para Bahrein, onde mais de 200 ministros, funcionários de segurança e especialistas na luta contra o terrorismo de mais de 50 países se reunirão para um fórum de quatro dias para discutir a segurança regional.
Petraeus, que em Setembro anunciou ao Congresso os possíveis primeiros elementos de uma redução de tropas americanas no Iraque, se mostrou mais prudente.
"Trabalhamos duro para reforçar os progressos que já conseguimos, mas devemos ter cuidado de não nos sentirmos bem sucedidos demais", afirmou.
"Em alguns dias, não resta dúvidas de que nos sentimos muito bem, mas ainda há ataques. Vimos óptimos progressos", afirmou, dizendo que "ainda há muito o que fazer e restam questões que devem ser resolvidas".
O general atribuiu a queda da violência a vários factores, incluindo o aumento do número de soldados da força de segurança iraquiana, o apoio de países vizinhos como a Síria e um acordo de cessar-fogo com o clérigo radical Moqtada al-Sadr, que já dura seis meses.
Petraeus disse ainda que os militares americanos observam com cuidado o Irão e sua promessa de ajudar a reduzir a violência no Iraque, e que continuam perseguindo os combatentes da Al Qaeda que actuam no país.
"Vocês podem ter certeza de que tratamos de fazer os ajustes necessários para persegui-los e não se estabelecer como fizeram em Baquba e outros lugares", afirmou, referindo-se à cidade ao norte de Bagdá, onde a organização terrorista mantém abrigos.
O general também disse que os militares americanos estão repassando cada vez mais responsabilidades à forças iraquianas e adoptando um enforque "flexível" na província de Al Anbar (oeste).

In: AFP

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Comissão de Militares acusa chefias de pressão

A Comissão de Militares que está a organizar um protesto para quinta-feira, no Baixa de Lisboa, acusou esta terça-feira as chefias militares de estarem a pressionar os militares no activo a não participarem no encontro. Em declarações à agência Lusa, Fernandes Torres, da Comissão de Militares, adiantou que «as chefias não fizeram qualquer proibição por escrito, mas as ordens para que as pessoas não vão ao encontro de quinta-feira estão a ser transmitidas através da cadeia de comando». A comissão de militares responsável pelo «passeio do descontentamento», em 2006, anunciou um novo encontro para quinta-feira, na Baixa de Lisboa, para protestar contra a revisão das carreiras e os cortes à assistência na saúde. O «Encontro pela Justiça e pela Lei» será «uma forma de protesto» contra as medidas do Governo previstas no Orçamento de Estado de 2008, como os cortes de 21,6 por cento nas despesas com a saúde e de 17,4 por cento com os militares na reserva e para contestar «a ameaça da revisão do estatuto das carreiras» relativamente aos militares. Ao contrário do que aconteceu no ano passado, «e para evitar mais processos Disciplinares», a COMIL está a apelar aos militares no activo para que «não vão fardados» ao encontro de quinta-feira. Fernandes Torres lembrou que foram instruídos pelo menos 20 processos disciplinares por participarem no protesto do ano passado contra o Governo e que juntou de centenas de militares na reforma, alguns no activo e parte deles participaram fardados. Outra das diferenças relativamente ao «passeio do descontentamento» de 2006, proibido pelo Governo Civil de Lisboa, é que este ano a comissão organizadora comunicou a sua realização às autoridades competentes. A COMIL tem prevista para as 18:00 de hoje uma conferência de imprensa no Terreiro do Paço.Entretanto, o Governo Civil confirmou à TSF que os militares comunicaram a iniciativa, sublinhando que, desta vez, está tudo dentro da lei, pelo que não vão ser levantados quaisquer obstáculos.
In: TSF Online

Caldas: Um terço não passa nas provas para sargentos

Há cada vez mais interessados em ser sargentos do Exército, com o número de candidatos aos cursos de formação a ser quase sete vezes mais do que as vagas existentes. Contudo, um terço dos concorrentes é eliminado nas provas físicas.
Por este facto, e apesar de 870 militares terem concorrido ao curso do ano lectivo 2007/2008, as 133 vagas disponíveis não chegaram a ser totalmente preenchidas, ficando ainda cinco por ocupar.
Apesar das médias das disciplinas do 12.º ano apresentadas serem mais elevadas do que no ano anterior, o resultado nos testes físicos “comporta um aspecto susceptível de preocupação, confirmando uma tendência que se tem vindo a desenhar em anos anteriores, o que se traduz num elevado número de eliminações”, considera o comandante da unidade que ministra os cursos – a Escola de Sargentos do Exército (ESE), nas Caldas da Rainha.
Martins Lavado, que falava na cerimónia de abertura do ano lectivo do 36.º Curso de Formação de Sargentos (CFS) e encerramento do 34.º CFS, apontou “outra preocupação” que foi a “deficiente preparação na língua inglesa”. Para combater essa situação, foi introduzido este ano no concurso de admissão a realização de testes desta língua estrangeira, cujos resultados levam a acreditar que “seja atingido o nível de proficiência linguística em Inglês para o sargento definido pelo General Chefe do Estado-Maior do Exército”.
Reconhecendo que houve “fortes restrições financeiras”, o responsável da unidade assegurou que “serão mantidos os padrões de qualidade e exigência que caracterizam o ensino nesta casa”, para apontar que “o ano lectivo que findou foi de continuidade de estudos, atentas as recomendações decorrentes da auto-avaliação que nos propusemos sujeitar todo o ensino aqui ministrado”.

In:Passa-Palavra jornal dos Comandos de Portugal

sábado, 17 de novembro de 2007

Timor deseja presença portuguesa robusta

Uma presença portuguesa “robusta” em Timor-Leste, pelo menos até 2011, foi defendida pelo presidente timorense, Ramos-Horta, hoje depois de ter sido recebido pelo primeiro-ministro português, José Sócrates.
Ramos-Horta agradeceu também ao governante português “a rapidez e a generosidade dos apoios que foram dados por Portugal”, salientando que “no ano passado, no auge da nossa crise, Portugal correspondeu ao nosso apelo com o envio de um contigente da GNR”.
O presidente timorense acrescentou ainda que as áreas da segurança e da defesa continuam a ser “prioritárias em Timor-Leste”.
Sobre a cooperação na educação, Ramos-Horta, depois de considerar que tem havido progressos nos últimos seis anos, afirmou que esta “é uma batalha a longo prazo”, indicando ser necessário que os membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, nomeadamente Portugal e Brasil “se comprometam nessa ajuda”.
Segundo Ramos-Horta, Sócrates, no encontro de hoje, terá correspondido ao apelo de enviar para a antiga colónia portuguesa “mais agentes de ensino e material escolar”.
“Do nosso lado, o próprio Governo, liderado pelo primeiro-ministro Xanana Gusmão, vai pela primeira vez custear algumas despesas com, pelo menos, mais 30 professores portugueses”, acrescentou o presidente timorense frisando ainda: “as instituições estão a consolidar-se e há uma franca recuperação económica”, em especial devido ao “resultado dos recursos do petróleo, que dão ao nosso país uma certa folga financeira”.
In: Correio da Manhã

Portugal é «esconderijo»

Director da PJ afirma que «somos uma boa retaguarda» para os terroristas e que Portugal não está seguro em relação a um atentado. Alípio Ribeiro não teme ser escutado e diz que não há um único inquérito sobre escutas ilegais. Sobre o caso Maddie diz: «Não sei se haverá prisões»
O director da Polícia Judiciária, Alípio Ribeiro, afirma este sábado, em entrevista ao jornal Expresso, que Portugal é «uma boa retaguarda» para os terroristas.
«Somos uma boa retaguarda para todas essas pessoas. Somos um sítio de fuga, de esconderijo. Essas pessoas precisam de descansar, arranjar dinheiro e documentos. E nesse aspecto somos retaguarda. Recolhemos informações nessas áreas todos os dias», afirma Alípio Ribeiro.
O director da PJ admite que Portugal não está seguro em relação a um atentado terrorista, mas afirma que o país «não é um alvo primordial».
O responsável garante não ter medo de ter o telefone sob escuta e recorda que nunca houve um inquérito em Portugal sobre a utilização de aparelhos ilegais para intercepção de conversas telefónicas, nem denúncias sobre estas práticas.
Questionado sobre o combate à corrupção, Alípio Ribeiro admite que a PJ não tem sido tão eficaz «como seria desejável» mas salienta que «depois da nova Lei Orgnânica, que cria a Unidade de Combate à Corrupção, já não há desculpas».
Maddie: «Não sei se haverá prisões»
Sobre o caso Maddie, o director da PJ admite que ainda não há uma solução para o mistério e que a polícia que lidera continua «a trabalhar, empenhadamente, com as melhores pessoas».
Questionado em relação ao afastamento da tese de rapto, Alípio Ribeiro respondeu: «Não . . . estamos a avaliar todas as hipóteses. Todas as semanas chegam novas informações».
«Primeiro temos de saber o que aconteceu no caso Maddie. Ainda não sei se haverá prisões». «Estamos mais seguros de algumas perspectivas da investigação, mas também é verdade que não temos ainda a história, a solução do caso. Temos perspectivas mais sedimentadas do que se terá passado», referiu. In: PortugalDiário

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Militar britânico morre em explosão de bomba no sul do Afeganistão

Um militar britânico morreu nesta quarta-feira na explosão de uma bomba na província de Helmand, no sul do Afeganistão, confirmou o Ministério da Defesa em Londres.
Uma porta-voz do ministério britânico assinalou que a vítima era um soldado do 2º Batalhão do Regimento Yorkshire.
"Um intérprete também ficou ferido e deu entrada no hospital de Camp Bastion", disse o porta-voz.
A explosão que matou o soldado atingiu uma patrulha conjunta do Exército afegão e das forças da Otan.
Com mais este óbito, chega a 84 o número de militares britânicos mortos no Afeganistão desde que a coalizão internacional, liderada pelos Estados Unidos, invadiu o país para derrubar o regime talibã, no final de 2001.
A Grã-Bretanha tem 7 mil homens estacionados no Afeganistão, a maioria na província de Helmand.
In:

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Presidente do Irão reitera que não desistirá de programa nuclear

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, reiterou hoje que não voltará atrás em seus planos atómicos e qualificou de "traidores" os iranianos que são contra sua política nuclear.
"O povo do Irão não voltará atrás e não permanecerá com os braços cruzados", disse Ahmadinejad num discurso a estudantes iranianos na Universidade de Ciência e Indústria de Teerão, segundo a agência iraniana Irna.
A advertência do presidente iraniano coincide com uma declaração do chefe do influente Conselho de Especialistas, Hashemi Rafsanjani, na qual destacava que "a região passa por momentos difíceis" e pedia aos iranianos para "ficarem atentos", em aparente alusão à tensão devido ao programa iraniano.
"Se as pessoas que estão no interior [do Irão] não deixarem de pressionar, faremos o povo saber o que estão a fazer", disse Ahmadinejad.
"Algumas pessoas influentes tentam pressionar um juiz para que declare inocente um espião (...), o povo não permitirá que essas pessoas salvem os criminosos do castigo da Justiça", acrescentou o líder iraniano, sem dar detalhes.
No entanto, Ahmadinejad prometeu que, "após acabar com o tema do caso nuclear (iraniano), descobriremos essas pessoas".
As advertências do dirigente iraniano ocorrem depois das recentes informações sobre possíveis divergências dentro do Executivo de Teerão sobre a política nuclear de Ahmadinejad, que foram desmentidas pelo governo iraniano.
O dirigente iraniano afirmou várias vezes que não renunciará às actividades nucleares de seu país, especialmente o enriquecimento de urânio, e afirmou recentemente que o país dispõe de 3.000 centrífugas.
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In:

Médio Oriente - Egito descobre 60 túneis usados no tráfico de armas para Gaza

O Egipto descobriu 60 túneis em sua fronteira com a faixa de Gaza e apreendeu cerca de 20 toneladas de explosivos na península do Sinai nos últimos dez meses, segundo um relatório de segurança egípcio ao qual a agência de notícias Associated Press teve acesso nesta terça-feira.
O relatório, que fornece detalhes sobre túneis, contrabando de armas e prisões de suicidas em potencial, tem como objectivo rebater as críticas de Israel de que o Egipto não está fazendo o suficiente para reprimir contrabandistas palestinos, afirmou uma autoridade de segurança egípcia.
A autoridade, que falou em condição de anonimato pois não estava autorizado a discutir o assunto com a imprensa, não especificou se o relatório será divulgado ao público.
O documento descreve cada túnel em detalhes, com o registro da profundidade, largura, distância da fronteira e nomes dos donos das propriedades onde se encontravam. Diversas entradas de túneis foram cavadas dentro de casas particulares no lado egípcio da fronteira.
Explosivos
Além de 20 toneladas de dinamite, as autoridade egípcias apreenderam minas, detonadores, granadas e munição, além de outros bens de consumo contrabandeados à cada vez mais isolada faixa de Gaza, assim como cigarros, peças de carros e remédios.
Os explosivos foram encontrados principalmente em sacolas plásticas e escondidos em regiões montanhosas do Sinai, onde tribos beduínas têm um papel chave em auxiliar as autoridades a encontrar os esconderijos dos contrabandistas, diz o relatório.
O documento também dá detalhes das prisões de três grupos de palestinos neste ano, alguns dos quais foram detidos com cintos de explosivos e supostamente tinham a intenção de se infiltrar em Israel para realizar ataques suicidas.
Centenas de imigrantes de diferentes nacionalidades também foram presos enquanto tentavam chegar a Israel ou aos territórios palestinos, afirma o documento.
As fronteiras de Gaza têm ficado fechadas na maior parte do tempo desde junho, quando o grupo radical islâmico Hamas tomou o controle do território após combates com os membros do secular Fatah.
Israel se queixa do contrabando de armas e produtos através de túneis ligados ao Egipto e culpa as autoridades egípcias por não fazerem o suficiente para conter o fluxo subterrâneo na fronteira.
O Egipto rechaça as acusações, mas recentemente afirmou que fará um esforço maior para acabar com o tráfico. Autoridades agora afirmam tornar públicas todas as descobertas de túneis e apreensões de armas.
In:

Três baixas norte-americanas no Iraque

Três soldados norte-americanos perderam a vida e outros quatro ficaram feridos, vítimas de dois ataques perpetrados pelos rebeldes no Iraque.

Um comunicado difundido pelo Exército dos EUA revela que um soldado morreu esta quarta-feira durante uma operação militar desencadeada perto da cidade de Mossul, no norte do país.De acordo com o mesmo comunicado, dois outros soldados norte-americanos perderam a vida e quatro ficaram feridos numa explosão ocorrida na província de Diyala, a norte da capital iraquiana, Bagdad.

Com mais estas três baixas, eleva-se a 3.863 o total de soldados dos EUA mortos no Iraque desde o início da intervenção militar para depor o regime de Saddam Hussein, lançada em Março de 2003.

In: Correio da Manhã

FBI diz que Blackwater matou 14 iraquianos sem motivo

As primeiras conclusões de uma investigação feita pelo FBI sobre o tiroteio envolvendo a companhia de segurança privada norte-americana Blackwater, em Setembro em Bagdad, comprovam que pelo menos 14 das vítimas iraquianas foram assassinadas sem qualquer motivo.
As conclusões foram hoje revelada pelo New York Times, que citou fontes civis e militares com conhecimento do relatório preliminar do FBI, transmitido ao ministério da Justiça.
A 16 de Setembro, agentes da Blackwater que escoltavam um comboio diplomático abriram fogo em plena rua e mataram 17 civis. A empresa e seu presidente, Erik Prince, afirmaram que se tinham limitado a responder a tiros disparados contra eles.
No início de Outubro, o governo de Bagdad, que exige a saída da Blackwater do país, anunciou que uma investigação iraquiana concluiu que o comboio não foi alvo de qualquer disparo e que os agentes de segurança abriram fogo sem motivo.
Especialistas do FBI deslocaram-se então ao Iraque para conduzir sua própria investigação. Segundo o New York Times, as primeiras conclusões indicam que apenas três das vítimas, os dois passageiros de um carro que não parou a tempo e um transeunte, poderiam, eventualmente, ter parecido ameaçadores.
As outras 14 vítimas foram assassinadas numa clara violação das regras que regem a actuação dos agentes de segurança particulares no Iraque.
Muitas das vítimas foram atingidas por balas quando fugiam do local.
De acordo com o New York Times, os investigadores do FBI não encontraram qualquer prova de que o comboio tenha sido alvo de tiros, e consideram que a maioria dos agentes começaram a atirar por acreditarem que estavam a ser alvo de tiros depois de ouvirem os disparos dos seus colegas.
«Não chamaria a isso massacre», disse um alto representante do governo ao New York Times. «No entanto, dizer que foi injustificado seria um eufemismo», acrescentou.
In: DiárioDigital

domingo, 11 de novembro de 2007

Rússia: tripulações dos navios ignoraram alertas

Seis afundaram-se e há dois em risco. Dois mortos e 23 desaparecidos.
As autoridades russas acusaram as tripulações dos navios apanhados pelo mau tempo de não terem cumprido os alertas dos serviços de metereologia.
«Os acidentes hoje registados deveram-se, segundo tudo indica, ao facto de as tripulações dos navios terem desprezado os avisos de temporal que foram enviados durante todo o dia de sábado», declarou à agência Ria-Novosti um alto funcionário do Ministério para as Situações de Emergência da Rússia.
Entretanto, as autoridades russas prevêem que o temporal em terra e forte ondulação no mar continuarão nas próximas 24 horas. As rajadas de vento poderão atingir os 150 km/h e as ondas terão quatro a cinco metros de altura.
Recorde-se que ventos e ondulação fortes no Mar Negro afundaram, durante todo o dia de hoje, seis navios, enquanto outros dois continuam em situação crítica. O Ministério para as Situações de Emergência da Rússia fala da «maior catástrofe» nos mares Negro e Azov.
Na madrugada de Domingo, o patroleiro «VolgaNetf-139» partiu-se em duas partes, derramando parte significativa das 4.000 toneladas de óleo combustível que transportava. A tripulação está a salvo.

Leia mais em:
Rússia: tripulações dos navios ignoraram alertas

Paquistão - Musharraf anuncia eleições para Janeiro

O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, anunciou este domingo que as eleições legislativas devem decorrer antes de 9 de Janeiro de 2008.
Em conferência de imprensa, o Chefe de Estado declarou que o Parlamento Nacional será dissolvido na quinta-feira, 15 de Novembro, medida necessária para que as eleições possam decorrer dentro de 45 a 60 dias.
No entanto, cabe à Comissão Eleitoral “determinar a data exacta”, disse Musharraf.
O presidente paquistanês prometeu novamente renunciar ao cargo de Chefe das Forças Armadas antes de iniciar um novo mandato presidencial.
Quanto ao estado de emergência, decretado a 3 de Novembro, Musharraf afirmou que o decretou para “salvar o processo democrático” e que esta doi a “decisão mais difícil que já tomou”.

FORÇAS DE SEGURANÇA PROTEGEM BHUTTO

As forças de segurança paquistanesas ocuparam o aeroporto de Lahore, onde a ex-primeira ministra Benazir Bhutto é esperada num voo proveniente de Islamabad.
“Não deixamos entrar ninguém que não seja pessoal da segurança e estamos a fazer todos os esforços para que não haja um atentado”, disse um oficial da polícia.

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In:CorreiodaManhã

sábado, 10 de novembro de 2007

Melgaço: helicóptero despenha-se

Estava a combater incêndio em Parado do Monte. Piloto morreu após o aparelho se ter despenhado. Causas do acidente ainda não são conhecidas. PDiário está a acompanhar o caso.
Há dois fogos activos no Parque Natural da Peneda Gerês e mais de 100 bombeiros dominaram outros quatro incêndios que deflagraram em Armada, Castanheira, Várzeas e Quinta de Fornelos
O piloto de um helicóptero que hoje combatia um incêndio em Parada do Monte, Melgaço, morreu após o aparelho se ter despenhado, por causas ainda desconhecidas, informou à Lusa a Autoridade Nacional de Protecção Civil.
O acidente deu-se cerca das 14:30. O helicóptero tinha base em Fafe, distrito de Braga.
In: PortugalDiário

Iraque: dez mortos em ataques nas últimas horas

Quatro chefes tribais morreram num atentado suicida em Baqouba.
Pelo menos dez pessoas, quatro das quais chefes tribais, foram mortas nas últimas horas em vários ataques da rebelião em Bagdad e Diyala, informaram hoje fontes policiais.
Quatro xeques da tribo Abeid morreram sexta-feira num atentado suicida em Baqouba, capital da província de Diyala, informaram os serviços de segurança locais.
Na explosão ficou ferido o vice-presidente do Conselho para a Salvação de Diyala, congregação de clãs locais que se uniram para lutar contra a Al-Qaida e os grupos armados na província, com os quais se confrontam de forma tenaz.
As fontes indicaram que o suicida fez explodir um colete de explosivos que transportava preso ao corpo na casa do xeque Faiz al-Abeidi, na localidade de Duchma, atentado em que também foram feridas três outras pessoas.
Além disso, dois civis perderam a vida e sete foram feridos hoje na zona oriental de Bagdad, quando um engenho artesanal explodiu à passagem de um pequeno autocarro no bairro de Al Baladiat.
Este ataque tinha por alvo uma patrulha da polícia, referiram as mesmas fontes, indicando que a explosão ocorreu às primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura, causando também danos em vários outros veículos.
Em Bagdad, a explosão de uma bomba contra uma patrulha que passava perto de uma estação de combustíveis causou três feridos civis no bairro de Al Quilani, no centro da cidade.
Por outro lado, um engenho artesanal explodiu sexta-feira à passagem de uma patrulha da polícia de fronteiras na província de Diyala, causando dois mortos.
Na povoação de Al Saadiya, a uma centena de quilómetros a nordeste de Baqouba, a explosão de um a bomba artesanal à passagem de uma outra patrulha da polícia pôs termo à vida de um agente e feriu três.
Estas vítimas somam-se às sete pessoas que morreram sexta-feira num confronto entre um grupo de homens armados e os habitantes de uma localidade da província de Diyala.

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Iraque: 2007 é o ano mais mortífero para os EUA
Soldados turcos libertados
In: PortugalDiário

Afeganistão - Seis soldados dos EUA e três afegãos mortos

Afeganistão: militares foram embocados. Oito norte-americanos e 11 afegãos ficaram feridos.
Seis soldados norte-americanos e três afegãos foram mortos sexta-feira numa emboscada no leste do Afeganistão, anunciou hoje a Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) em Cabul.
Os soldados regressavam de uma reunião com líderes de uma aldeia na província de Nuristan, sexta-feira à tarde, quando ocorreu o ataque, disse um porta-voz da ISAF, o tenente-coronel David Accetta.
«Foram atacados simultaneamente a partir de várias posições do inimigo. Foi uma emboscada complexa», afirmou o militar.
Segundo a mesma fonte, oito soldados norte-americanos e 11 afegãos ficaram feridos.
O porta-voz da ISAF acrescentou que se trata do ataque contra forças norte-americanas com mais vítimas ocorrido este ano no Afeganistão.
In: PortugalDiário

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Combates no norte do Sri Lanka

Confrontos registados na península de Jaffna entre soldados do Exército do Sri Lanka e os rebeldes dos Tigres de Libertação da Eelam Tamil (LTTE) causaram pelo menos 36 mortos, revelou esta quarta-feira uma fonte militar.
De acordo com esta mesma fonte, o Exército abateu 30 rebeldes independentistas, tendo sofrido seis mortos e cerca de 25 feridos durante os combates ocorridos no norte da ilha.
Os separatistas dos Tigres de Libertação da Eelam Tamil lutam desde 1983 pela independência do norte e nordeste do Sri Lanka, uma luta que já causou mais de 70 mil mortos, 5.000 dos quais desde o início do ano passado.
In: Correio da Manhã

Irão critica Interpol por ordenar captura de 5 iranianos

O Irão condenou hoje a decisão da Interpol de confirmar as ordens de captura contra cinco iranianos e um libanês alegadamente envolvidos no atentado de 1994 contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), em Buenos Aires, que matou 85 pessoas.
«Esta decisão carece de fundamentos, pois baseia-se nas ordens emitidas pelo organismo judicial argentino contra alguns cidadãos iranianos», disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Mohamad Ali Hosseini, segundo a agência de notícias iraniana Mehr.
«Apesar de a decisão não significar que a Interpol apoia as alegações argentinas, ela não deveria prejudicar a sua imagem perante a opinião pública mundial por estar submetida à vontade política da entidade e de algumas potências arrogantes», acrescentou.
Hosseini referiu-se às «pressões exercidas pela entidade sionista (Israel) e pelos EUA sobre o Governo e o Poder Judiciário argentinos». Insistiu ainda que a decisão «tem objectivos políticos, é contraditória em relação às leis internacionais e é completamente inaceitável».
A decisão foi adoptada pela assembleia geral da Interpol durante a reunião desta semana em Marrocos, um ano depois de um juiz argentino ter ordenado a captura internacional de um libanês e oito iranianos - incluindo o ex-presidente Hashemi Rafsanjani.
In: DiárioDigital

SIS e PJ seguem entre 20 a 30 pessoas ligadas ao terrorismo


Entre 20 a 30 pessoas com perfil semelhante ao argelino Samir Boussa - detido anteontem, no Porto, no âmbito de uma operação internacional antiterrorista desencadeada pela Polícia de Milão e em prisão na cadeia de alta segurança de Monsanto (Lisboa) - estão a ser seguidos e acompanhados por agentes do SIS e da Polícia Judiciária (PJ).
A garantia é dada na edição desta quinta-feira do Jornal de Notícias, que assegura que, tal como Samir, estes indivíduos têm ligações a grupos conotados por várias polícias da Europa com actividades terroristas.
Entretanto, a Polícia italiana acredita, também segundo o JN, que as detenções efectuadas, anteontem, em Portugal, em França, em Reino Unido e, sobretudo, em Itália, desarticularam uma rede que operava na área da logística do terrorismo da al-Qaeda - recrutamento de suicidas e posterior envio para o Afeganistão e Iraque -, embora existiam, ainda, por executar quatro mandados internacionais de detenção.
Contrabando e falsificação de documentos eram as principais actividades exercidas pelos detidos, tendo em vista o financiamento de acções terroristas.
Samir Boussa e um seu irmão chegaram a integrar o Grupo Salafista pela Pregação e Combate (GSPC), organização que uniu várias redes estabelecidas em todo o Norte de África e que, já este ano, assumiu a denominação de al-Qaeda do Magrebe. O certo é que tanto o SIS como a PJ verificaram que Samir tinha bastantes contactos internacionais.
As autoridades portuguesas passaram a vigiar as movimentações de Samir Boussa em 2004, depois de ter mantido contactos com 11 magrebinos que foram detidos numa pensão do Porto, na altura do arranque do Euro 2004.
Estes magrebinos estavam associados ao Hofstadt, grupo fundamentalista com base na Holanda cujos membros são, na maioria, magrebina.
O grupo está também ligado ao assassinato do cienasta holandês Van Gogh, sendo que foi através de escutas telefónicas, tal como o contrabando que fazia, que se estabeleceu a relação entre Samir Boussa e os restantes indivíduos detidos anteontem.
A operação, desencadeada por ordem do Ministério Público de Milão, baseia-se na ligação dos detidos com a célula radical Liguria, desactivada em 2002 e reactivada em 2004.
A célula, que tinha a função logística atrás referida no quadro das operações da rede de Osama bin Laden, ficou desmembrada.
In: DiárioDigital