Militares avaliam capacidade de resposta em situação de crise
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O cenário desenrola-se num país fictício. O alto comissário para os refugiados foi raptado, os militares no terreno têm um mandato da ONU para ajudar as populações no âmbito dos direitos humanos e garantir a segurança aos elementos das organizações internacionais que estão no local. Forças portuguesas, espanholas e belgas trabalham em conjunto para libertar o alto comissário para os refugiados que, em situação real, seria António Guterres. A missão foi concluída com sucesso, debaixo dos olhares de observadores da NATO. Estes exercícios servem, por exemplo, para avaliar a compatibilidade dos equipamentos entre militares. Num cenário real, o Governo garante que Portugal estará envolvido em futuras operações.
SIC Online
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